Viviane de Melo Ciza
Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) · CRP 08/49351/PR
Psicóloga |Psicologia clínica | TCC | Neuropsicóloga| Atendimento online no Brasil e no exterior
Presencial em Curitiba / PR
Sobre mim
Você busca respostas para um diagnóstico ou ferramentas práticas para lidar com a ansiedade, relacionamentos e estresse no dia a dia? Meu foco vai além de uma escuta passiva, oferecendo um espaço acolhedor com uma psicoterapia dinâmica, baseada em evidências e orientada para a resolução de problemas. Como Psicóloga Clínica e Neuropsicóloga, integro a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) à minha prática para ajudar adolescentes, adultos, famílias e idosos a construírem mudanças reais.
Minhas principais áreas de intervenção são: tratamento estruturado para ansiedade, depressão e estresse, relacionamento afetivo, além de estimulação de memória no envelhecimento, regulação emocional, autoestima e transições de carreira. De forma especializada, também atuo no suporte a brasileiros no exterior, auxiliando no processo de adaptação de estrangeiros a uma nova cultura e nos desafios emocionais da imigração. Além disso, possuo experiência dedicada no acolhimento da população oriental, mantendo um olhar sensível às suas particularidades e dinâmicas familiares.
Acredito que a terapia não precisa ser apenas sobre falar dos problemas, mas sim sobre desenvolver estratégias consistentes para lidar com eles. Se você busca por uma sessão de terapia onde se sinta acolhida e compreendida, esse é o local que ofereço para você. Vamos dar esse passo juntas?
Temas e queixas atendidas
Abordagens
Formação acadêmica
Graduação em Psicologia – UNICESUMAR
Graduação em Farmácia – Universidade Campos de Andrade
Licenciatura em Ciências Biológicas – UNIASSELVI
Pós-graduação em Saúde Mental e Psicopatologia
Pós-graduação em Terapia Cognitivo-Comportamental
Pós-graduação em Neuropsicologia e Intervenção Cognitiva
Formação em Terapia do Esquema
Avaliação em Pessoas com Suspeita de TEA
Psiquiatria, Psicofarmacologia e Psicopatologia
Técnico em Análise do Comportamento Aplicada (ABAT) – ABA Liberta
Serviços oferecidos
- Psicoterapia Individual
- Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC)
- Terapia do Esquema
- Avaliação e Terapia para TDAH e Autismo (TEA)
- Tratamento para Ansiedade e Depressão
- Reabilitação e Estimulação Cognitiva para Idosos
- Terapia Online para Brasileiros no Exterior
- Psicologia Clínica
Fotos do consultório
O espaço onde Viviane atende presencialmente.
Meu estilo de atendimento
Perfil de abordagem
Sensível e Estruturada
Como costuma ser a sessão com Viviane.
Escuta livre ↔ Direcionamento
Mais planejamento e estrutura
Acolhedor ↔ Desafiador
Exploração e compreensão emocional
Linguagem acessível ↔ Linguagem técnica
Cada atributo mostra a tendência do profissional entre dois polos. Não existe estilo melhor ou pior, ajuda você a sentir o encaixe.
Respostas no fórum
Baixa autoestima depois de recomeçar do zero fora
Eu imagino o quanto deve estar sendo difícil olhar para a sua vida profissional hoje e sentir que tudo aquilo que você construiu ficou para trás. Quando chegamos a outro país, não estamos apenas mudando de endereço. Muitas vezes precisamos reconstruir trabalho, relações, rotina, reconhecimento e até a maneira como enxergamos a nós mesmos. E quando uma profissão que levou anos para ser construída deixa de ser reconhecida da mesma forma, é muito fácil começar a confundir a situação profissional com o próprio valor. Mas você não se tornou menos capaz porque precisou aceitar um trabalho diferente do que fazia antes. Essa situação é bastante vivenciada por imigrantes no Canadá. A dificuldade de reconhecimento da formação, a necessidade de experiência profissional canadense, questões relacionadas ao idioma e a falta de redes profissionais podem fazer com que pessoas qualificadas ocupem trabalhos muito abaixo da sua formação. Pesquisas realizadas no Canadá mostram que essa condição de sobrequalificação está associada a pior saúde mental e menor satisfação com a vida. Por isso, eu não começaria tentando convencer você de que “está tudo bem”. Talvez não esteja mesmo. Existe uma frustração e até um luto pela vida profissional que você tinha antes. O que podemos trabalhar é para que essa frustração não se transforme na conclusão de que você fracassou. Eu começaria separando algumas coisas: o que aconteceu com a sua carreira, o que você está vivendo hoje e aquilo que você passou a acreditar sobre você mesmo por causa disso. São coisas diferentes. Enquanto você constrói novamente sua trajetória, tente também reconhecer aquilo que continua existindo: sua experiência, seus conhecimentos, suas habilidades, sua capacidade de adaptação e tudo o que foi necessário para chegar até aqui. Recomeçar não apaga a história que você construiu. Também pode ajudar estabelecer pequenas metas profissionais, mesmo que o objetivo maior ainda pareça distante. Buscar informações sobre validação da formação, melhorar o idioma se isso for necessário, construir contatos profissionais, conhecer pessoas da sua área e identificar caminhos possíveis para retornar gradualmente ao seu campo podem devolver uma sensação de direção e de controle. E, principalmente, tente não medir o seu valor apenas pelo cargo que você ocupa neste momento. Você está passando por um período de reconstrução. Isso é diferente de fracassar. Na terapia, podemos trabalhar essa sensação de perda, a comparação com a sua vida anterior, a vergonha, a cobrança e a forma como essa experiência está afetando sua autoestima. A ideia não é simplesmente fazer você “aceitar” a situação, mas ajudá-lo a atravessar esse período sem perder de vista quem você é e o que ainda pode construir.
Ler resposta →Meu filho não quer mais falar português. E agora?
Entendo a preocupação de vocês. Quando uma criança nasce e cresce em outro país, é natural que o idioma do ambiente em que ela vive passe a ocupar um espaço cada vez maior. Aos 7 anos, a escola, os amigos e as relações sociais têm uma influência muito importante, e isso pode fazer com que ela prefira responder no idioma que utiliza diariamente. Isso não significa, necessariamente, que ele esteja rejeitando o português ou a própria família. Eu começaria tentando entender o que está por trás dessa mudança. Ele ainda compreende o português? Tem vergonha de falar? Alguém já corrigiu ou fez algum comentário sobre a forma como ele fala? Ele sente que falar português o torna diferente dos colegas? Ou simplesmente percebe que consegue se comunicar melhor no outro idioma? Também orientaria vocês a não transformarem o português em uma disputa dentro de casa. Quanto mais a criança sentir que está sendo pressionada, maior pode ser a resistência. Em vez de exigir que ele fale português, procurem criar momentos em que o idioma esteja associado a experiências agradáveis: conversar durante uma brincadeira, contar histórias, assistir juntos a algo que ele goste, ouvir músicas, conversar com familiares no Brasil e falar sobre situações que tenham significado para ele. É importante que o português continue presente, mas de uma maneira afetiva e natural. E eu também olharia para como vocês estão se sentindo diante disso. Às vezes, o medo de perder a língua, a cultura ou o vínculo com o filho pode fazer com que os pais acabem cobrando mais do que gostariam. O objetivo não é obrigá-lo a falar português. É ajudá-lo a perceber que as duas línguas podem fazer parte da vida dele e que o português também representa pessoas, histórias e vínculos importantes para ele. Se vocês perceberem que essa mudança vem acompanhada de sofrimento, isolamento, conflitos familiares ou outras mudanças no comportamento, podemos investigar juntos o que essa situação está significando para ele.
Ler resposta →Relacionamento à distância está me esgotando
Um relacionamento à distância pode ser emocionalmente desgastante, principalmente quando a diferença de fuso interfere na comunicação e na rotina do casal. É comum surgir sensação de saudade, solidão, insegurança e até a percepção de que a relação está deixando de ser uma fonte de acolhimento para se tornar mais uma fonte de cobrança. Na terapia, podemos trabalhar não apenas as dificuldades da distância, mas também a forma como cada pessoa lida com a ausência, a necessidade de contato, as expectativas e os conflitos que surgem nesse contexto. O objetivo é compreender o que está causando esse esgotamento e construir formas mais saudáveis de manter a conexão sem abrir mão da própria rotina, bem-estar e autonomia.
Ler resposta →Como funciona a primeira conversa
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Você chama Viviane no WhatsApp e conta, em poucas palavras, o que está buscando.
- 2
Vocês combinam um horário que caiba na sua rotina e no seu fuso.
- 3
A primeira sessão é online, para se conhecerem e ver se faz sentido seguir juntos.
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Sem compromisso: o valor e a frequência são combinados diretamente com o profissional.